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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O destino não é imutável

Há um equívoco recorrente na compreensão do destino, como se ele fosse uma força imutável, independente da vontade humana. O relato apresentado na novela Páginas da Vida ilustra bem essa tensão entre acaso e decisão. A jovem que reencontra, anos depois, o amor da adolescência não o faz por mera predestinação mística, mas por insistência, busca ativa e recusa em aceitar o desaparecimento como fim. Quando ela afirma “não acredito em destino, fui à busca dos meus sonhos”, revela uma verdade profunda: o destino não se revela a quem espera, mas a quem caminha. Albert Camus já dizia que “a verdadeira generosidade para com o futuro consiste em dar tudo no presente”. *Trecho do livro Por quem está esperando, de Magno Holanda

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