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sábado, 21 de novembro de 2015

IDOLATRIA NOSSA DE CADA DIA





Olá pessoal! Ótimo momento de reflexão a todos!
Bem, hoje vamos falar a respeito dos relacionamentos idólatras que construímos em nosso dia a dia. Mas não especificamente hoje, pois o fazemos desde os tempos antigos.
Durante a história da humanidade, a partir do momento em que começamos a nos relacionar com o outro [tendo consciência disso], seja Deus, coisas, forças ou a natureza, então passamos a agregar nesse relacionamento certo grau de posse de algo e, consequentemente, nos prendermos àquilo que temos em mãos. É a posse da mulher com exclusividade [hoje vice-versa na maioria das culturas atuais], é a apegação aos bens materiais ou mesmo do próprio Deus. Nossos relacionamentos têm sido construídos em cima de posse e veneração e idolatria.
Vimos, com o advento do monoteísmo, o Deus principal querendo exclusividade em sua veneração. Nos mandamentos cristãos e de outras religiões monoteístas está o mandamento de não venerar outros deuses. Mas as pessoas em suas inquietudes sempre veneravam outros deuses, causando ciúmes e revoltas no Deus principal. Que, por vezes, vingava-se através das ações da natureza ou de fenômenos psicológicos humanos, individuais ou coletivos. Isso parece muito com as ações dos relacionamentos conjugais atuais em que dizemos “nosso Deus” e ele nos chama de “seu povo”, em que também não aceitamos certas traições - idolatria. A esse tipo de relacionamento não pode haver troca ou substituição. Isso seria traição. Claro que estamos aqui tratando de como se dá o relacionamento do conceito Deus [Não de Deus, pois não o conhecemos] com os homens, seus criadores.
Por vezes, os homens trocavam o Deus maior por oura divindade menor a qual ele se identificava melhor, por ser uma divindade de uma área específica, tipo o Deus do amor, do trovão, do sol, da bebedeira, deus curador, entre outros. Então havia uma troca de um deus por outro que seria ou apresentava-se mais interessante para aquele indivíduo ou povo. Mas também acontecia deles trocarem o mesmo deus. Não entendeu? Eles, não se contentando com a abstração conceitual de fé de Deus, fabricavam uma escultura para representá-lo materialmente. É a necessidade humana de apalpar, de extrair a coisa do mundo espiritual para o material. Tipo sair de um amor platônico para uma realidade mais próxima. Deus, o conceito, ficava furioso “não farás imagens”.
Hoje fazemos isso? Sim, claro! Através dos santos e das projeções mentais de Deus. No catolicismo, por exemplo, Deus, o conceito, aceitou tais relações e vive em harmonia com estes seres venerados em escala menores. Cristo já dizia: “dai honra a quem tem honra”. Mas no protestantismo evangélico, seu Deus é revoltoso com tais situações, não abrindo mão de sua exclusiva adoração e veneração total. Mas precisamos abrir uma ressalva para as venerações inconsciente a cantores e pregadores, em que Deus fica em segundo plano.
O problema das venerações e idolatrias é que sempre estamos envolvidos com elas, seja através da veneração de grandes homens, esculturas ou mesmo imagens mentais. Sim, por exemplo, no meio protestante, fabrica-se toda sorte de Deus mental. Em cada esquina há uma igreja com uma imagem de Deus diferente, em cada membro dessas comunidades há uma imagem de Deus diferente, de sorte que, de alguma forma, estamos sendo monoteístas, enquanto indivíduos, e politeístas enquanto coletivo. Idolatria aceitável?
O mais interessante nesse transe mental dos conceitos do divino Ser é que as imagens projetadas dele também querem exclusividade, sendo no processo cotidiano ciumento, ou seja, uma imagem, que não é Deus [é apenas uma projeção dele] com ciúmes de outro ser que também é apenas imagem. Quem está furando o olho de quem? Rs! Parece que a humanidade bebeu do vinho de Baco! Bêbados idólatras! Condenados? Claro que não! Isso faz parte da construção e autoconhecimento do próprio humano.
 O problema se agrava quando resulta da idolatria danos à humanidade ou mesmo a natureza, tipo guerras, dissenções e sectarismos exagerados. Não dá pra aceitar as brigas religiosas na Irlanda, as cruzadas cristãs no passado, os desrespeitos religiosos atuais, entre outras consequências.
... mas vamos aqui continuar com nosso tema.  A nossa idolatria não se detém no campo do divino ser ou de alguma espiritualidade, pois nos apegamos também às coisas ou pessoas que possuímos. Traímos os nossos relacionamentos humanos e sociais pela gana por bens materiais. Na sociedade moderna, veneramos os bens, as riquezas ou mesmo como diria o Cristo: “mamom” – deus da riqueza. Mas Cristo nos alertou que não poderíamos servir a Deus [o bem, a luz, o contrato social, o amor] e a mamom. Destruímos a na natureza e o planeta em nome de nossa gana por ter cada vez mais, por ser dominado, escravos pela necessidade de ter mais que o outro. Colocamo-nos como escravos e veneradores das riquezas e de nosso próprio ego. Devemos claro lutar pelos bens, conquistas e confortos, mas não fazê-los senhores de nossas vidas. Não podemos venerar nosso teres, mas nossas formas de ser. Quantas pessoas deixam de viver uma vida familiar, brigam com amigos, largam todos os laços sociais verdadeiros e sadios para se esconderem num relacionamento com o dinheiro e, viverem uma hipocrisia de si através dos bens. Sabe aquele assunto da escultura dos deuses? Fazemos isso com as pessoas também, pois as transformamos ou mesmo nos transformamos em coisas para se venerar ou ter. São nossos objetos de veneração ou onde colocamos as nossas misérias espirituais. As mulheres, no mundo moderno, se colocam no mercado para serem consumidas como se fossem objetos, coisas dos homens. Olhe os jogadores de futebol que compram belas mulheres. Inveja? Talvez!

 O importante é que as pessoas busquem se autoconhecer em cada relacionamento construído, procurando ser melhor a cada momento que vive e mudar sempre que for necessário para não causar danos ou sofrimento a si e ao outro.

 MAGNO HOLANDA


sábado, 7 de novembro de 2015

DESEJO DE SER IMPORTANTE




Olá pessoal!
Bem, observe a natureza, vaidosa, esplendorosa, egoísta! Sim, não é apenas o ser humano que é vaidoso. Tudo na existência é pura vaidade. Porém, aquilo que difere no ser humano é a sua consciência da existência e seu descontrole espiritual.
 Como bem disse o Salomão: “tudo debaixo do sol é vaidade”. Vivemos sempre em função de nossos caprichos e vaidades. Ora de forma mais leve, ora tão intensa que a vida se torna danosa a si e a humanidade ou até mesmo ao planeta. Não há como escapar da vaidade. Se você for o mais humilde ou o mais nobre, não importa, sempre haverá a vaidade de ser em você. Outro lado, oposto, são as pessoas depressivas, ou com outras doenças mentais parecidas, pois normalmente elas têm perdido essa capacidade de envaidecer-se. Há alguma ação errada em ser vaidoso? De forma alguma, desde que haja controle, não prejudicando a si e ao outro [entenda-se o outro, como tudo que está ao seu redor ou tudo que existe].
O nosso ego luta para dominar o nosso ser, porém devemos dar importância a suas carências sem deixar-se dominar por ele e suas loucuras demasiadas. Faz parte da existência, querer ser elogiado. Tudo o que fazemos para o bem ou para o mal [do ponto de vista de si ou do outro. Por vezes aquilo que julgo certo o outro julga diferente.] tem esse objetivo de alcançar aplausos. Todos queremos que as pessoas se encantem e se admirem com aquilo que fazemos. Talvez você queira pensar diferente quando lembra de pessoas como Hitler, Bin Laden entre outras pessoas do mal. Mas está enganado, pois até mesmo aquele ladrãozinho de galinhas de seu quintal quer obter poder e respeito, quer que as pessoas o percebam e o admirem, pelo que faz ou conquista. O que diferencia as pessoas é o espaço e a dominação do ego.
Sabe, até mesmo o divino ser, conceito de Deus, deseja ser aplaudido. Vemos isso em todas as religiões tradicionais em que Deus criou o homem para ter quem possa adorá-lo, venerá-lo. Enfim, de Deus ao diabo, todos desejamos ser apreciados, observados e aplaudidos. Por isso a necessidade tão importante de elogiar as pessoas. É a consciência de si ou mesmo cósmica que sente essa necessidade de ser importante. Daí você vê toda sorte de gente querendo aparecer, desde aquelas pessoas que fazem coisas ridículas nas redes sociais, passando por aquelas que vendem seu corpo e até mesmo aquele cristãozinho simples de uma igrejinha de dez membros num bairro distante, sim, todos com a necessidade de mostrar seu heroísmo e suas capacidades de ser diferente.
A mensagem mais forte da humanidade é a mensagem cristã e do próprio Cristo em que desvaloriza os poderosos e valoriza os pequenos [a maioria]. Não sei se intencional, mas foi a tática certa para a permanência e ampliação do cristianismo. Dizer para as pessoas, desrespeitadas pelos demais, que elas são importante e que Deus, o todo poderoso, o maior de todos, está observando a vida delas e as escolhendo para uma missão importante foi um ato fantástico. Isso foi incrível para a mente deles! “Eu sou um privilegiado!”, pensaram. Na mitologia, só as grandes almas da humanidade eram consideradas como semideus, ou seja, filho de Deus, em que normalmente um Deus/deusa se relacionava com um humano e daí resultava esse ser importante. Com a mensagem cristã, essa característica foi oportunizada a todos que seguissem a Cristo. Ou seja, aqueles que aceitassem a Cristo passariam ao status de filho de Deus. Olha que chique. Ontem você era um Zé ninguém. Hoje é o filho de Deus. Isso para a alma humana é esplendoroso.
 Na verdade, há poderes divinos em nossa alma, tão semelhantes a Deus. Nós somos um retrato de Deus. Então temos que desenvolvermos as nossas habilidades e nossos dons através da fé e determinação nas práticas diárias, fazendo sempre o melhor para sermos melhores do que éramos antes e, assim seremos capazes de sermos melhores que outros. Mas isso não significa que somos filhos de Deus ou grandes homens da humanidade. Sim, significa, mas apenas dentro dessa mensagem cristã. Mas num contexto histórico-cultural da humanidade, seremos grandes se formos escolhidos por Deus para isso e se desenvolvermos essa vocação divina. Não adianta Deus escolher você se você o rejeita. Certo é que essa força predestinativa fará o possível para que seus propósitos sejam cumpridos, porém, como a mente humana é racional e possui a capacidade de escolhas, então há, de certa forma, uma interferência nessa missão, dependendo da grandeza da alma. Assim também pessoas que não possuem tal chamada, pela determinação poderão ser muito maiores do que deveriam ser, ultrapassando os limites de sua missão na vida.
 Isso tudo gira em torno da vaidade humana. A alma é inquieta e, nessa inquietude, ela é capaz de tudo. Em busca de reconhecimento e aplausos ou mesmo uma simples atenção, as pessoas buscam desenfreadamente bens materiais, cargos e ações que despertem o olhar do outro para si. As pessoas lutam para mostrar quão capazes e privilegiadas são. Obter um cargo social ou mesmo conquistar uma pessoa com status ou poder financeiro, sensualizar ou se intelectualizar, fazer o bem ou o mal, sempre em busca de aplausos.
 A sociedade ainda é imatura para administrar seus desequilíbrios espirituais ou mentais. Ela não sabe lidar com isso e, na maioria dos casos nem mesmo reconhece isso como problema. Que de fato não é, mas passa a ser quando destrutivo ou autodestrutivo. Daí você pode pegar como exemplo os crimes cometidos de toda sorte, desde o político canalha até o ladrão ali da esquina. Todos buscam algum tipo de poder, consequentemente aplausos ou reconhecimento social. Todos querem ser heróis. Isso está na alma humana. Mas é preciso administrar isso. Não usar a vaidade ou usá-la demasiadamente é doença e muito prejudicial a si e ao outro também.
 Siga, por exemplo, Cristo, Dalai Lama, Gandhi, Buda, entre outros que tinham sua vaidade inflamada, mas sempre voltada para o bem de si e da humanidade. Não há felicidade completa se tua vaidade te conduz para caminhos escuros. Então, seja sensual, conquistadora, inteligente, espiritual, seja o que for, líder de igreja ou de empresa, presidente de grupos sociais ou políticos, faça a coisa acontecer, mostre seus valores, suas capacidades, seus poderes, mas com honestidade, autoconhecimento e autodomínio, sem causar danos maiores a si e ao outro, que é uma extensão de você mesma.

 MAGNO HOLANDA




sábado, 24 de outubro de 2015

PARA OUVIR DEUS É PRECISO SILENCIAR





No mundo moderno tudo é muito veloz e intenso. As energias estão cada vez mais densas. O mundo vive numa velocidade incrível. Nessa sociedade moderna o indivíduo é constrangido a correr em altas velocidades para alcançar valores materiais, em detrimento dos valores espirituais, para os quais nunca temos tempo, haja visto estarmos tão ocupados nos ganhos diários.
Mas será que vale a pena crescer financeiramente, profissionalmente abrindo mão de parar um momento de sua existência para contemplar a natureza, a vida, escutar Deus e melhorar sua espiritualidade? Aquele que desenvolve apenas a espiritualidade sem melhorar-se como pessoa, profissional ou aquele que faz o inverso, lutando incessantemente para conseguir realizar-se profissionalmente abrindo mão de sua ligação espiritual, estará sendo um deficiente na vida. A única forma de ser profundamente feliz é ter uma harmonia e equilíbrio entre essas partes.
As pessoas, amigos, parentes e sociedade vivem exigindo que você seja bem sucedido, vivem cobiçando teus ganhos e malhando o pau quando você não os tem. Mas até que ponto vale a pena correr atrás das coisas apenas para dar satisfação àqueles que estão a te observar? Não seria porventura mais interessante lutar por esses bens a partir da compreensão e si e de suas potencialidades, sempre em busca de um conforto maior para si e aos seus? Você não tem que ser o melhor porque te exigem isso, mas porque Deus te deu capacidades para tal. Não permita que nada traga distúrbios emocionais a sua vida.
As pessoas vivem ansiosas em função e suas obrigações com a sociedade e para satisfazer seu próprio ego. Pare um pouco na vida e dê ouvidos ao Espírito Divino. Lute bastantes pelo que quer. Seja o melhor que puder, mas não abra mão de seus princípios, dos valores humanitários, bem como de parar e escutar, lá no profundo silêncio dos outros e de si mesmo, a voz divina acalmando sua alma em meio a esse turbulento meio social
...uma alma ansiosa é incapaz de escutar a voz divina porque ela não silencia para ouvi-lo. Para ouvir Deus é preciso silenciar.

 MAGNO HOLANDA
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

AS IMAGENS DE MIM




As imagens, sejam elas mentais ou não, são formas de pensamentos. As imagens são compositoras dos pensamentos. Essas imagens podem compor a mente de Deus ou mesmo fazer parte de algo menor, mas também incrível: a mente humana. Ora, elas, as imagens, agrupam-se para formar um único pensamento, ora, uma única imagem é capaz de agrupar diversos pensamentos.
Sim, as imagens são geradas no interior das palavras, ... , das sensibilidades e das experiências vividas por determinado indivíduo ou mesmo transmitidas geneticamente através das energias que atravessam gerações e gerações, sendo estas imagens capazes de trazer reminiscências de uma vida que não é tua. As imagens têm em si a capacidade de gerar também palavras [na relação de diálogo emitente e ouvinte] que, em seguida, gerarão outras imagens, de sorte que as imagens e as palavras possuem a mesma alma comunicativa.
 Todo pensamento produz imagens ou são constituídos por elas em nossa psique, que pode ser manifestada nas mais diversas situações do cotidiano.  Tudo o que se faz ou deixa-se de fazer é imagem. Falar ou silenciar, sim tudo é imagem. Tudo é comunicação. As imagens são retratos da alma que possui em sua essência a necessidade de si comunicar. Temos a necessidade de comunicar a si mesmo ao outro, e mostrar em palavra ou imagem um alguém [imagem de si] que talvez não exista dentro de nós, em nossa essência. Queremos a todo instante mostrar quem somos nós e nossas potências. Isso acontece através de imagens, verdadeiras ou mesmo enganosas, pois é no centro dessas imagens que são geradas uma concepção de si. Comunicamos nosso ser,..., nossas imagens desde uma obra de arte, até as interpretações que fazemos das coisas ou pessoas. Do outro lado, está os interpretadores dessas imagens. O ser curioso por descobrir com quem está se comunicando, perto ou mesmo distante. Por isso que as pessoas vivem observando e julgando umas as outras. As nossas escolhas comunicam a imagem que queremos mostrar ao mundo. Então cabe a você perguntar-se: o que tenho sido ou o que tenho mostrado de mim?
Existir em si mesmo é um ato muito difícil e exaustivo, principalmente neste mundo moderno e tão plural. A mente é uma produtora incansável de imagens [exterioridade de si], de tal forma que a maioria das pessoas não vive a si mesmas [sua alma], nem mesmo se conhecem, mas vivem uma imagem de si criada por si ou por outros seres ou mesmo por acontecimentos que produzem uma imagem próxima do que você é ou mesmo totalmente distorcida. Será que você é aquilo que pensa ser? É preciso ter bastante cuidado na hora de formular-se e, muito mais ainda na hora de formular aos outros para que não caiamos na ideia de que uma imagem, única, é capaz de revelar quem é o outro. Nosso ser é um mosaico de imagens infinitamente plural. De sorte que não é nada justo julgar-se ou julgar aos outras em função de um único gesto, seja ele bom ou mau.

 MAGNO HOLANDA  






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sábado, 26 de setembro de 2015

NÃO JULGUEIS PARA QUE NÃO SEJAIS JULGADOS




Comecei este texto com o tema acima, citado pelo Cristo que tanto nos amou. Mas será que Cristo nos julgou? Sim claro, pois o julgamento é inerente a qualquer ser humano. Todos nós vivemos julgando de Deus ao diabo. Nada escapa ao nosso olhar. Talvez seja por isso que até mesmo a natureza se camufla diante do ser humano. Somos um mistério a ser desvendado pelos outros e até por si mesmo, pois pouco sabemos sobre si. A diferença do julgamento de Cristo é que não o fazia por maldade, mas por bondade. Não queria destruir os outros, mas construí-los através de um autoconhecimento. Cristo fazia a crítica construtiva.
Nós Vivemos analisando os outros ora para parabenizar, ora condenar. O problema é que o mal é nossa primeira intenção. Poucos olham para os gestos diários do outro com a intenção primeira de ver o bem, mas quase sempre com a intenção de pegá-lo numa ação indevida, que talvez nem seja indevida ou seja indevida apenas no olhar do observador que pode estar sendo maldoso ou mesmo fiel aos seu dogmas [errantes].
 A diminuição do outro serve como ferramenta para nos igualarmos ou superá-los. Sim, as pessoas que não têm suas habilidades desenvolvidas por preguiças ou outras situações quaisquer, preferem diminuir as outras para que estejam em seu nível ou mesmo abaixo de si. Isso é justo? Claro que não. Julgar pressupõe agir de forma honesta, pois do contrário estaremos julgando sem tirar o argueiro de nossos olhos. Olhe para o outro e julgue. Isso faz parte da existência humana. Nós estamos sempre na busca de desvendar o outro por uma infinidade de motivos, mas o faça de forma honesta, procurando antes de julgar o outro, julgar se sua ação está sendo justa e digna. O ato de julgar para decodificar é saudável. Não há problema algum, pois disso também depende a nossa sobrevivência enquanto espécie ou indivíduo. Também o ato de julgar é uma forma de leitura do outro ou mesmo da existência. Leia tudo, pense tudo e esteja com o coração aberto e maduro.
Temos o hábito de julgar as pessoas por um ato, pensamento, palavra ou outra situação isolada, sem preocupações com o contexto daquela pessoa, sua história e motivações, mas teríamos indignação se tal ato acontecesse conosco. Não julgue as pessoas como boas ou más por um gesto, por um momento. As pessoas são capazes de fazer o bem e o mal no mesmo ato, na mesma hora, no mesmo dia. De sorte que aquele que te faz o bem pode estar daqui a pouco fazendo o mal a outro ou a você mesmo. A história de uma pessoa pode dar uma melhor compreensão das escolhas de vida que aquela pessoa tem feito. Então antes de julgar pare para pensar no que há por trás daquele ato, o que levou ele a aquela ação ou mesmo se coloque no lugar do outro. Imagine se alguém o julga em função e um ato. Somos diariamente chamados a fazer o bem e o mal e não será um gesto perdido que ocupará ou definirá o espaço de uma vida.
Abraço e que deus abençoe a todos!


MAGNO HOLANDA  

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

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Convido-os a visitar a minha página no facebook [https://www.facebook.com/reflexoesdemagnoholanda], e a abraçar as questões religiosas/espirituais, políticas e ambientais de nosso país e do mundo.
Gostaria de tê-los como participantes de minha página, mas acrescento que curtir a página não é meu primeiro ou único objetivo, pois curtir ou comentar uma grande ideia é muito bom, mas ainda vago... de pouca valia para sua efetivação para que esta ideia transforme-se em bem social. O interesse maior do pensador é ver o bem maior, proclamado, acontecer, mesmo que seja parcialmente. Gostou de um pensamento de algum pensador, filósofo, ou profeta da humanidade? Então o abrace no seu dia a dia, divulgue-o, e seja de alguma forma um experimentador da magia das palavras, pois no momento em que as palavras de um pensador atingir a tua alma, certamente ela contagiará aqueles que estão ao seu redor...

Esta página é dedicada às exposições dos pensamentos religiosos, políticos e socioambientais do professor Magno Holanda, sempre visando o bem estar social e espiritual de seus experimentadores.
Aqui há textos didáticos para o crescimento pessoal, social e espiritual. Então não perca a oportunidade de se ajudar e compartilhar para ajudar a outros tantos também.
                  Abraço do prof Magno Holanda!
                          Gostou? Compartilha!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

AMOR SEM DEUS



]amor vazio[

O amor dos que não amam!!!
............ É amargo, escuro. Nulo?
!Às vezes sujo! Angustiado?

O amor dos que amam desesperados..........
Sonhado,,, inflamado pelas ausentes.......... agruras de um amor sem amor
                                         ]...sem alma...[
            Ou se tem, # aprisionada #

Ah, amor vazio... solitário!
Por onde anda a tua alma...?
Ou será que estando perto não a enxergas...?

Amor sem Deus....[ .... sem nada...................]...sem asas...[


MAGNO HOLANDA

sábado, 29 de agosto de 2015

FÉ SEM CONSTRANGIMENTO




...encontramos, em nosso dia a dia, pessoas que se dizem cheias do espírito Santo constrangendo outras pessoas a viverem o mesmo tipo de fé e experiência espiritual que eles. Mas será que isso está correto? Será que o Espírito Santo age dessa forma? Parece-me que não. Talvez essas pessoas estejam repletas de dogmatismos e de relação consigo mesmo, deixando Deus e seu Santo Espírito de lado.
 Não podemos constranger alguém a acreditar e/ou viver o que pregamos. Não obrigue alguém a viver o que você vive porque isso tira o ato espontâneo do indivíduo. Tira dele a possibilidade de viver Deus em sua relação particular e pessoal, ou seja, sua própria experiência de fé. Além desse tipo de comportamento constrangedor, há as hipnoses emocionais em que o indivíduo é levado a converter-se a uma fé sem pensar, livremente, a mesma, mas apenas porque foi induzida num momento de fraqueza emocional... de suas carências. Isso não se faz, pois não foi para isso que Deus nos chamou.
Viver uma vida com Deus é experimentá-la com toda a liberdade possível. Sim, a liberdade que você conquista é gerada por sua aproximação com Deus que vai te libertando a cada passo que é dado em sua direção. Então Deus quer que você ofereça esse tipo de experiência aos outros também. Deus quer que essa liberdade seja gerada em seus atos no momento da exposição de sua fé ou de suas teorias ou de seu olhar ou de suas ações diárias.
 Sobre os dogmas, eu quero dizer para você que o Cristo foi indagado sobre eles e sua resposta foi que todos os mandamentos se resumem em dois: amor a Deus e ao próximo. Então aprenda com o mestre Cristo e viva no amor de Deus, doando sua vida para amar sempre. A melhor forma de conseguir convencer alguém é, aliado a Deus e seus dons, manifestar liberdade e amor. Pregue o que você acredita, com amor, mas deixe a alma livre para viver ou não, sem constrangê-las com persistências demasiadas, caras feias entre outras ações.
...parece-me que segundo as escritura, o Espírito Santo convence as pessoas a experimentarem uma nova vida com Deus. Em momento algum percebo sua ação impositora de dogmas, grosseiros, que tiram a liberdade e espontaneidade para oferecer uma prisão de regras, que seus formuladores chamam de liberdade.

 MAGNO HOLANDA  


sábado, 8 de agosto de 2015

AMOR ETERNO...!




...podemos dizer que um amor dura para sempre...? Esse é um tema muito polêmico que divide muitas opiniões, pois alguns acreditam no amor eterno, enquanto outros amam a cada esquina, sem nem mesmo lembrar da existência de uma vida outrora compartilhada, muitas vezes por anos, com outras pessoas.
O fato é que a magia de um amor eterno fascina a mente dos românticos e sonhadores, ou não? Quem é que nunca sonhou com isso...? As pessoas vivem sonhando com um amor eterno. Claro que para toda regra há exceção.
 Posso dizer que o amor, segundo minha opinião, não sendo nenhum dogmatismo pessoal, é vivenciado na intensidade das escolhas e ações dentro de um contesto vivido pelos envolvidos nessa trama, como também desenvolvido e experimentado num tempo curto, longo ou eterno dependendo da psicologia dos indivíduos, pois alguns são mais recaptuladores, saudosistas, que outros. Quando falo de saudosismo não significa que o indivíduo queira estar ao lado de alguém com quem já viveu bons e/ou maus momentos, mas apenas que este observa nos pensamentos fluxos de energias de uma vida sensacional que viveu outrora.
O amor ou alguma forma de vivê-lo é descartado por aqueles que vivem para desfrutar das pessoas e depois descartá-las, mas mesmo assim, estes ficam, em seu processo inconsciente, repletos de lembranças e comparações que influenciam suas novas escolhas de certa forma.

...sim, o amor pode se transformar, o olhar pode não ser mais o mesmo, intenso vivo e sorridente, os caminhos podem ser trilhas diferentes, mas.... ainda assim há uma ligação, um tipo de casamento na história, nas lembranças indeléveis... nos hábitos de uma vida a dois... na eternidade do amor, que apenas muda de forma...

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sábado, 1 de agosto de 2015

TODO REINO DIVIDIDO CONTRA SI NÃO SUBSITIRÁ




Os atos de corrupção estão no sangue brasileiro, ou seja, em sua alma. Mas isso não significa que estamos destinados e viver corruptamente. Claro que não! Temos o direito à escolha, ainda. Nós não podemos nos definir como bons ou maus porque isso varia bastante de momento a momento, de relação a relação, entre outros itens da vida social. Somente as escolhas que fazemos montam um histórico a nosso respeito e revelam o que de fato queremos da vida. Se somos um povo corrupto, mas que desejamos uma sociedade melhor e mais digna, então começaremos a dar passos numa direção diferente desta que temos ido, enfim, nossas escolhas serão outras. Mas vale aqui salientar que talvez não tomemos tal gesto porque ainda somos uma sociedade infanto-juvenil e imatura. Talvez daqui a dois mil anos sejamos mais maduros e possamos fazer escolhas conforme a nossa cabeça – mais sábias.
Por que será que não combatemos a corrupção? Simples! Porque ela nos satisfaz. Porque os corruptos políticos, religiosos, líderes comunitários, entre outros, nascem no meio de um povo corrupto, logo corrupto não combate corrupto. E se um dia você vê isso, entenda que é apenas teatro, pois como diria Cristo: “satanás não expulsa satanás”. Um exemplo claro disso foi a luta de Lula e companhia contra Collor até derrubá-lo, mas hoje são aliados. Como assim? Alguém me explique esse fenômeno pelo amor de Deus!
Daí, dá pra pensar um pouco: só combateremos de fato a corrupção quando começarmos a fazer isso dentro de nós, quando nos transformamos em pessoas de bem. Uma piada é ver nosso governo, o mais corrupto da história da humanidade, verdadeiros demônios, alegando que vai combater a corrupção. O primeiro passo deles seria confessar seus crimes e devolver o dinheiro que roubaram do povo. Não dá para esperar que o governo expulse os políticos corruptos ou faça uma reforma política, que pelo menos amenize essas ações bandidas, quando o próprio governo é o maior praticante de corrupções.
Magno Holanda

                              

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